Excesso de peso no Piauí

Excesso de peso preocupa profissionais saúde

 

Discutir a obesidade e o sobre peso é uma preocupação da equipe multidisciplinar liderada pelo gastroenterologista Lucídio Leitão, que estarão reunidos no próximo dia 11 no evento #barigastro que acontecerá na Praça de Alimentação do Shopping Rio Poty. O workshop contará com palestras a partir das 15h que disponibilizarão informações para a população sobre as temáticas.

 

Entre os temas discutidos destaque para a importância de uma alimentação saudável, o tratamento terapêutico para obesidade, indicação da cirurgia bariátrica com mitos e verdade, além do acompanhamento pré e pós operatório com orientação nutricional.

“O principal objetivo do evento é tratar a obesidade não é só a perda de peso, mas principalmente a melhoria da saúde e da qualidade de vida de forma global, a partir do controle de doenças associadas à obesidade. Um dos pontos principais que garante o sucesso do tratamento e prolonga os benefícios provenientes do procedimento cirúrgico é ter acompanhamento pré e pós-operatório de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais experientes e especializados em obesidade”, explica Lucídio Leitão Balduíno.

O evento é aberto ao público e na ocasião, haverá ainda avaliação física com bioimpedância, aferição de pressão, cálculo do IMC, degustação de produtos saudáveis e sorteio de brindes.

 

A capital do Piauí é a 8ª do país com menor prevalência de excesso de peso no Brasil, mesmo assim, mais da metade da população está acima do peso ideal. A média de Teresina ficou em 51,6%. Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) realizada pelo Ministério da Saúde neste ano.

 

Segundo a pesquisa, o crescimento da obesidade é um dos fatores que pode ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não transmissíveis que piora a condição de vida do brasileiro e podem até matar. O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres. Na capital do Piauí, 23,2% disseram ter diagnóstico médico de hipertensão, e 6,8%, de diabetes.
Fonte:
Roberta Rocha
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